Arte na Escola – EMEF Prof. João Toledo – Atividades dos alunos. Objetivo: Valorizar o trabalho e a dedicação dos alunos e Professores., Fonte para pesquisa e aprofundamento dos conteúdos.

 

História da Música Brasileira

Um Jogo sobre a História da Música Popular no Brasil, uma experiência incrível.

FESTIVAL DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

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6a. Feira 28/06/2013 teremos nosso tradicional festival a partir das 8:00.

* Fotos, ver nas Páginas acima, já foram postadas algumas fotos do IV Festival de Música Norte Americana do João Toledo 2013 ou acesse pelo endereço:       https://artejt.wordpress.com/4o-festival-de-musica-norte-americana-2013/

*Em breve estaremos acrescentando mais fotos…

indicação –  site:
http://www.historiadaarte.com.br/linha/default.html

Dança – Dia da Consciência negra – Teatro Municipal de Cerquilho.

Música : Mestre sala dos Mares – com Pedro Moraes e com Elis Regina.

You Tube:      

http://www.youtube.com/watch?v=qtCFVmGGd9Q&feature=youtu.be

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Móbile – Alexander Calder

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Mobile (escultura)


Um moderno e simples móbile no estilo de Alexander Calder.

Na escultura, o móbile é um modelo abstrato que tem peças móveis, impulsionadas por motores ou pela força natural das correntes de ar.
Suas partes giratórias criam uma experiência visual de dimensões e formas em constante equilíbrio. O móbile foi inicialmente sugerido por Marcel Duchamp para uma exibição de 1932, em Paris, sobre certas obras de Alexander Calder, que se converteu no maior exponente da escultura móbile.

 Alexander Calder

Nascimento 22 de julho de 1898
Lawton, Pensilvânia, Estados Unidos
Morte 11 de novembro de 1976 (78 anos)
Nova York, Nova Iorque, Estados Unidos
Residência: Alemanha, Áustria, Austrália, Bélgica, Finlândia, Itália, Japão, Irlanda, Índias Orientais Holandesas, Países Baixos,
Estados Unidos.
Nacionalidade: Norte-americano
Ocupação: escultor, pintor
Página oficial: Calder Foundation (em inglês)
Alexander Calder: (Lawton, Pensilvânia, 22 de julho de 1898 – New York, 11 de novembro de 1976), também conhecido por Sandy Calder, foi um escultor e pintor estadunidense famoso por seus móbiles. Foi famoso por esculturas de grande porte, ele produziu numerosas figuras de arame, nomeadamente para circos em miniatura.

Biografia:

Filho de um pai escultor e de uma mãe pintora, Alexander Calder nasceu nos Estados Unidos da América, em Lawnton, na Pensilvânia, quando criança Alexander Calder fazia seus próprios brinquedos. Em 1902 com apenas quatro anos de idade ele esculpiu uma estátua de um elefante feito de argila, no que hoje é o local do Metropolitan Museum of Art, em New York. Formou-se em engenharia mecânica
Calder tinha uma irmã mais velha, Margaret “Peggy” Calder nasceu em 1896, seu nome de casada era Margaret Calder Hayes, ela foi fundamental para o desenvolvimento da UC Berkeley Art Museum.
Antes de se dedicar à escultura ele foi pintor e ilustrador, em 1923 ele também passou a estudar em Nova Iorque, no Art Students League, tendo concluido o curso em 1926.
Em 1926, após visitar a Grã-Bretanha, fixou-se em Paris, onde conheceu os surrealistas, os dadaístas e os componentes do grupo De Stijl. Data dessa época sua amizade com Joan Miró. Em Paris Alexander apresentou um conjunto de esculturas em madeira. Construiu um circo em miniatura, com animais de madeira e arame. Os seus “espetáculos” eram assistidos por artistas e intelectuais. Fez, também em arame, as suas primeiras esculturas: Josephine Baker (1926), Romulu and Remus (1928), Spring (1929).  A escala e dimensão destas esculturas varia bastante, podendo chegar aos cinco metros, como é o caso do mobile executado para o Aeroporto JFK, em Nova Iorque.
De 1931 datam as suas primeiras construções abstratas, nitidamente influenciadas por Mondrian, nesse mesmo ano Calder em uma de suas viagens conheceu Louisa James, sobrinha-neta do escritor Henry James, com quem se casou. Os primeiros móbiles são de 1932.
Em 1933 Calder voltou aos Estados Unidos. Em 1948 viajou à América do Sul e novamente em 1959. Nessa última ocasião, visitou o Brasil, onde expôs no Museu de Arte de São Paulo. Em 1950 foi à Escandinávia.
Calder ocupa lugar especial entre os escultores modernos. Criador dos stabiles, sólidas esculturas fixas, e dos móbiles, placas e discos metálicos unidos entre si por fios que se agitam tocados pelo vento, assumindo as formas mais imprevistas – a sua arte, no dizer de Marcel Duchamp, “é a sublimação de uma árvore ao vento”.
Calder foi o primeiro a explorar o movimento na escultura e um dos poucos artistas a criar uma nova forma – o mobile. Nos últimos anos mantinha um estúdio em Saché, perto de Tours e embora vivesse aí a maior parte do tempo, conservou sua fazenda de Roxbury, Connecticut, comprada em 1933, e que se tornara um verdadeiro repositório de trabalhos e objetos feitos por ele – desde os andirons espiralados da lareira rústica até às bandejas feitas com latas de azeite italiano.
Em 1952, Calder representou os Estados Unidos na Bienal de Veneza e foi premiado com o prêmio principal para a escultura. Ele também ganhou o Primeiro Prémio de Escultura na Pittsburgh International de 1958.
Dois meses após sua morte em novembro de 1976, Calder foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade, atribuída pelo presidente Gerald Ford, no entanto sua família acabou boicotando a cerimônia em 10 de janeiro de 1977, a favor da anistia da Guerra do Vietnã.

Galeria


O Homem (1967), no Parc-des-Îles, Montreal, Quebec, Canadá.

Dobradura com disco vermelho, 1973. Schlossplatz, Stuttgart

Mural (1954). Stillman House. Litchfield , Connecticut, EUA.

O tamanduá (1963), Rotterdam , Países Baixos.

Sem título (1968). Aço pintado. Centro Cultural de Belém, Lisboa, Portugal.

Os quatro elementos, na área externa do Museu de Arte Moderna de Estocolmo, Suécia.

Os quatro elementos, Museu de Arte Moderna de Estocolmo, Suécia.

Nuvens acústicas (1953). Aula Magna da Universidade Central da Venezuela

A Cidade (1960). Jardim interno do Museu de Belas Artes de Caracas, Venezuela.

Aula sobre Confecção de Fantoches – Diego Bidú – 2012.

Workshop apresentado por Diego Bidú sobre a confecção de bonecos para teatro de Fantoches.

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Livro - Adaptação de Robinson Crusoé - 7º ALivro - adaptação de Robinson Crusoé - 7º BLivros - Adaptação de Robinson Crusoé - 7º C

Robinson Crusoé é uma narrativa de aventura, escrito por Daniel Defoe e teve sua primeira publicação em 1719 no Reino Unido.
A obra é uma autobiografia fictícia do personagem-título, que narra suas aventuras como náufrago e os 28 anos passados em uma ilha deserta no Pacífico.
Supõe-se que a história tenha sido baseada em um fato verídico, sobre o náufrago escocês Alexander Selkrik, náufrago que viveu durante 4 anos em uma ilha deserta e teve sua história noticiada nos jornais da época.
A partir da necessidade de apresentar aos alunos dos 7ºs anos uma narrativa de aventura, tema para a produção textual do exame SARESP 2012 do qual os alunos irão participar, este romance foi escolhido por tratar-se de uma narrativa de aventura, em 1ª pessoa. Com adaptação de Monteiro Lobato, autor de grande importância nacional, por seus inúmeros trabalhos e seu estilo ímpar.
Após entrarem em contato com a obra, os alunos elaboraram uma maquete, caracterizando espaço e personagem e a criação de um livro com textos adaptados da história.

Além de concretizar sua impressão sobre o livro, desenvolveram seu espírito crítico e suas habilidades artísticas, empregando técnicas apreendidas nas aulas de Arte e reutilizando materiais recicláveis.
Acima de tudo, demonstraram o entendimento do romance e valorizaram a obra lida, além de, principalmente, tomarem contato com uma obra clássica do século XVIII.

Parabéns, alunos dos 7ºs anos A, B e C da EMEF “João Toledo”. Seus trabalhos foram maravilhosos, superando nossas expectativas e provando que com determinação, entusiasmo, companheirismo, podemos fazer sempre mais e melhor!

Prof. Sumaya.

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